
Pegue a Madame Bovary e misture com a Luísa (O Primo Basílio). Bata bem e adicione a Madame de Rênal (O Vermelho e o Negro). Bata mais um pouco até ficar uma massa bem dissimulada e fogosa. Ponha uma pitada de Capitu, a gosto. Leve ao forno e deixe dorar.
Pronto! Sua Manon Lescaut está no ponto!
Ela é a heroína da obra História do Cavaleiro de Grieux e de Manon Lescaut ou só Manon Lescaut, heroína daquelas que você termina o livro odiando. No entanto, seu caráter e suas ações são responsáveis pelos momentos mais cativantes do livro que, definitivamente, é uma história de amor, paixão e sofrimento, das mais intensas que já se escreveu. O autor é um abade francês do século XVIII, chamado Prévost. Ótimo!
É daquelas histórias com as quais você se irrita e se indigna o tempo todo mas que não consegue largar.
Leituras:
Madame Bovary, Gustave Flaubert
O primo Basílio, Eça de Queirós
O Vermelho e o Negro, Stendhal
6 comentários:
Muito bom seu blog. Já estou a segui-lo! Bj!
Báh adorei teu blog Lívia!! GReader e link pra ti jááááá!! Essa receita ai tá batuta demais!
estrelinhas coloridas...
rsss olha ótima dica, além da "receita".
Boa semana!
Uma prespectiva engraçada!
Parabéns :)
Olá, obrigado pela indicação. Eu só conheço a "Madame Bovary", "O vermelho e o negro" está na minha estante faz tempinho, um dia desses será escolhido. Deve ser "curioso" a visão de um abade sobre uma adúltera. Creio que eu não seria imune de um pré-julgamento ao ler o livro que me colocaria numa posição de ironia ao "nobre abade", de modo que no final eu poderia sentir apreço pela adúltera e desprezo pelo autor ;)
abraços
Eu não tinha pensado sob essa perspectiva, Adriel, do autor ter criado uma adúltera sendo um abade, o interessante é que ele não julga ela em nenhum momento.
obrigada pelo comentário =)
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