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29 maio, 2010

O (Sá) Carneiro e o lobo da estepe




Não sou eu, nem sou o Outro
Não sou Carneiro, nem sou lobo
Através da arte me elevo
Mas em minha humanidade me conservo

Sou lobo, sou homem
Sou selvagem, samaritano
Sou um feixe de mil hastes
Não sou nada que me baste

Passeios discursivos dou agora
Sujeito sem eu, em abismo
Cai na corrente literária
E volta à crise do início.

Leituras:
O lobo da estepe, Herman Hesse
Poesia, Mário de Sá Carneiro

3 comentários:

Welton Nogueira disse...

Bem legal. Tava sentindo falta de seus posts. :)

Dominique disse...

Que poesia linda! Não conhecia o autor. Muito bom!

Bjjs.

Lívia disse...

Na verdade a poesia é minha, eu só misturei as temáticas semelhantes dos dois autores =)
Obrigada pela visita!

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